Cafe Bons Tempos

at Rua Capitão Francisco de Paula, 222 - Cambuí, Campinas, 13.024-450 Brazil

Café de coador, chocolate quente, pão caseiro, pão de calabresa, pão de queijo. bolo caseiro em fatia e inteiro. Porções assadas na hora.


Cafe Bons Tempos
Rua Capitão Francisco de Paula, 222 - Cambuí
Campinas 13.024-450
Brazil
Contact Phone
P: (19) 2515-0035
Website
-

Specialities

Price category
$ (0-10)

Company Rating

437 Facebook users were in Cafe Bons Tempos. It's a 9 position in Popularity Rating for companies in Food/grocery category in Campinas, Sao Paulo

2011 FB users likes Cafe Bons Tempos, set it to 26 position in Likes Rating for Campinas, Sao Paulo in Food/grocery category

Nesse carnaval estaremos fechados, mas quarta de cinzas voltamos as 8:00.

Published on 2015-02-16 10:36:53 GMT

Um Dia Otimo para comer o melhor ESCONDIDINHO de Campinas!

Published on 2015-01-27 13:34:54 GMT

Ohhhh sábado bom pra beber um café da manhã completo!!!

Published on 2015-01-24 13:38:28 GMT

Quarta feira dia de escondidinho...hummm @cafebonstempos # fome

Published on 2015-01-21 14:40:03 GMT

Sigam o Café Bons Tempos no Intagran @cafebonstempos.

Published on 2015-01-12 19:00:41 GMT

Venha fazer seu evento! Casamento, Batizado, Encontros, Aniversário etc...um evento diferenciado e delicioso!

Published on 2015-01-12 16:23:36 GMT

Nesse calor um chá gelado vai otimamente bem!

Published on 2015-01-12 15:31:21 GMT

Voltamos a funcionar! Venham saborear o melhor escondidinho de campinas

Published on 2015-01-08 14:36:11 GMT

Feliz Ano Novo!

Published on 2015-01-01 11:46:33 GMT

Horário de funcionamento no fim de ano. Estaremos fechados do dia 25/12/2014 ao dia 07/01/2015. Voltaremos dia 08/01 às 08:00

Published on 2014-12-22 14:15:16 GMT

Pessoal logo mais muitas novidades! Ja temos o lanche natural em dois sabores e uma massa caseira o Nhocao Canazza receita de família! Venham experimentar.

Published on 2014-09-04 18:32:10 GMT

Café Bons Tempos... "O café está na mesa" Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres as visitas. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. – Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite. O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre! Seja bem vindo. Sinta-se em casa!